Instituto Geociências Unicamp - Greve 2014

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segunda-feira, agosto 04, 2014

* Comunicado do coordenador do IGE sobre reposição das aulas *




*Enviado em 02.08.2015 às 10.58 h
 
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 Caros alunos dos cursos de Geologia (53), Geografia Integral (54) e Geografia Noturno (55),

A Pró-Reitoria de Graduação (PRG) emitiu o Ofício Circular PRG n.º 69-C/2014 (01/08/2014) sobre a suspensão da greve de docentes da UNICAMP, conforme decisão docente em assembleia da ADUNICAMP (31/07/2014), e as providências urgentes e necessárias para a conclusão do primeiro semestre letivo de 2014.

As providências incluem:

(a) inserção de notas e frequência no sistema, das disciplinas já concluídas, o que já está ocorrendo; e

(b) reposição de aulas necessárias, com posterior emissão de notas/frequência finais, das disciplinas que ainda não concluíram a sua carga didática do primeiro semestre.

A reposição de aulas deve ser iniciada a partir desta segunda-feira,04/08/2014, mediante planejamento discentes/docente, e a PRG disponibilizou o mês de agosto/2014 para esse fim.

Alunos, favor procurar seus professores e compareçam às salas de aula nos dias das disciplinas para o planejamento das reposições de aula.

O segundo semestre deverá ocorrer no dia 01/09/2014, conforme comunicado da Reitoria da UNICAMP.

Atenciosamente,
Coordenação de Graduação do IG

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sexta-feira, agosto 01, 2014

CONTRA O AUMENTO DA PASSAGEM! HOJE NO LARGO DO ROSÁRIO 16h !




CONTRA O AUMENTO DA PASSAGEM !

A prefeitura de Campinas anunciou reajuste de 10% no valor da tarifa de ônibus, a partir de hoje. Como em junho de 2013, vamos derrubar o aumento!
Hoje às 16 horas, no Largo do Rosário. R$ 3,30 não!

Não permitiremos, após junho, que a passagem volte a aumentar. A população que depende do transporte coletivo sofre com o acesso à saúde, cultura e educação, pois depende do transporte para isso!


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quinta-feira, julho 31, 2014

Reitoria reconhece greve e adia para Setembro início da aulas


O reitor José Tadeu Jorge admitiu na reunião com os diretores de nossas unidades de ensino, realizada na sexta-feira, 25, que o segundo o semestre letivo só poderá ser iniciado após o final da greve e a reposição das aulas. Em alguns institutos, terão que ser repostos 26 dias letivos.
Tadeu admitiu também que o calendário só poderá ser refeito após o término da greve e a entrega total das notas. Os informes apresentados pela Reitoria apontam que 24% das notas não foram inseridas no sistema do DAC. A ADunicamp avalia que cerca de 15 mil alunos foram diretamente afetados pela não entrega das notas.

fonte:ADunicamp

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Hoje, 31.07: reunião pela manhã com o reitor e Assembleia dos docentes à tarde


Boletim da ADunicamp publicado ontem,
informa que a diretoria da entidade reúne-se nesta quinta-feira, 31.07, a partir das 10 horas, com o reitor José Tadeu Jorge, para retomar as negociações salariais e as reivindicações dos professores em greve.

ADunicamp vai propor abono de 26% na reunião com reitor.
O resultado das negociações será informado aos professores na assembleia, também marcada para esta quinta-feira, a partir das 16 horas, no auditório da ADunicamp.



fonte:ADunicamp
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quarta-feira, julho 30, 2014

Convocatória - Assembleia de Docentes dia 31.07 às 16h

A Sessão Permanente da Assembleia Docente será na próxima 5ª feira (31/07), às 16 horas.

fonte: ADunicamp

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terça-feira, julho 29, 2014

Importante comunicado da ADunicamp esclarece: 2º Semestre só começa após fim da greve e reposição das aulas


O reitor José Tadeu Jorge admitiu na reunião com os diretores de nossas unidades de ensino, realizada na sexta-feira, 25, que o segundo o semestre letivo só poderá ser iniciado após o final da greve e a reposição das aulas. Em alguns institutos, terão que ser repostos 26 dias letivos.
Tadeu admitiu também que o calendário só poderá ser refeito após o término da greve e a entrega total das notas. Os informes apresentados pela Reitoria apontam que 24% das notas não foram inseridas no sistema do DAC. A ADunicamp avalia que cerca de 15 mil alunos foram diretamente afetados pela não entrega das notas.
No IGE 80% dos docentes não enviaram as notas.
Leia no boletim daADunicamp relatos de alguns diretores sobre a reunião - os relatos foram  enviados via e-mail para os professores das unidades.


fonte: ADunicamp
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segunda-feira, julho 28, 2014

Eventos marcaram 2 meses de greve nessa sexta


Trabalhadores da Unicamp fizeram desta última sexta-feira, 25.07, mais um dia de manifestações para marcar dois meses de greve sem negociação e dar o recado de que a categoria continua firme na luta pelos seus direitos.

De manhã, aconteceu um evento com os trabalhadores que participaram com suas famílias na luta por uma educação pública, gratuita, de qualidade e voltada para os trabalhadores.

Outra manifestação, ocorrida à tarde, cobrou o posicionamento dos diretores das unidades, que foram convocados pelo reitor para discutir a greve. Os trabalhadores também cobraram mais uma vez o repasse da documentação sobre a retomada das 30 horas na saúde, democracia na gestão e participação dos servidores nas decisões sobre as condições de trabalho.

A reitoria tenta criminalizar o movimento de greve. Tadeu não fornece os dados e nem se esforça para negociar via CRUESP com o Fórum das Seis, conforme deliberação do Consu (27/5). 
Diz que a greve é legítima para a mídia, mas tem sido intransigente com os trabalhadores. 

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sexta-feira, julho 25, 2014

60 dias de greve | Trabalhadores da Unicamp publicam carta aberta à publicação


Carta aberta à população

Contra o zero de reajuste no dissídio os trabalhadores da Unicamp, USP e  UNESP continuam em greve. A greve já ultrapassou os 60 dias e até agora os reitores continuam com sua postura de desrespeito aos trabalhadores não apresentando nenhuma proposta para negociação.

Os trabalhadores da área de saúde participam da greve garantindo o respeito  aos usuários e os atendimentos de urgência e emergência. Alias, temos que agradecer aos usuários do HC o apoio à nossa luta e a compreensão e respeito com que  tratam nosso movimento e a luta dos trabalhadores do hospital.

Diferente dos usuários, a reitoria e os gestores do HC, ao invés de negociar  com os trabalhadores, tratam de processar a mobilização dos trabalhadores na justiça e ameaçar o movimento com altas multas.

Os trabalhadores continuarão em greve até que sejam respeitados. Continuarão denunciando o governo Alckmin, a reitoria e a superintendência do HC pelas  más condições de trabalho, pela falta de profissionais e equipamentos, além do constante desrespeito à população, que culmina em problemas com a manutenção da autoclave, que obrigou a desmarcar dezenas de cirurgias e nas dezenas de cirurgias e atendimentos que foram desmarcados em função dos jogos da copa.

Nossa greve e por direitos básicos como obter o reajuste no dissídio. Mas ela também é um instrumento de fortalecer a relação com os usuários na defesa desse hospital público que atende integralmente pelo SUS. Vamos continuar nossa luta  por nossos direitos para que você possa continuar tendo um atendimento de qualidade e de muito respeito.

Trabalhadores da Unicamp em greve


fonte: STU publicado em  23.07.2014

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quarta-feira, julho 23, 2014

Comunicado da ADunicamp deixa ainda mais claro a questão das notas


notasAinda sobre a questão das notas
Colocando alguns pingos nos “is”: o que significa “impreterivelmente”?
Os docentes da Unicamp que não lançaram notas no sistema da DAC continuam a receber uma mensagem automática, agora com a informação de que elas devem ser lançadas “impreterivelmente” até o dia 25/07 (sexta feira) às 16 horas. 
Na semana passada, lia-se “impreterivelmente” até o dia 18/07 (sexta feira) às 16 horas – que era o que estava no calendário original. Sabemos que o significado das palavras depende do uso que delas se faz. No nosso caso, “impreterivelmente” significa nada mais que “até o próximo adiamento, enquanto a greve não acabar”.  E, quando a greve acabar, será necessário negociar um calendário alternativo que permita a reposição das atividades, contemplando aulas, avaliações etc. – sem prejuízo da qualidade e seriedade que se espera e se exige da Unicamp.
No passado, já se tentou organizar “dois calendários” paralelos para as “diferentes unidades”, sendo o calendário do “segundo semestre” para onde alegadamente “não houve greve” e “continuação do primeiro semestre” naquelas unidades onde claramente “houve greve”. Isso foi em 2004, ao final da última greve mais prolongada ocorrida na Unicamp. Esse raciocínio não funciona, pois há claramente uma interligação entre as várias Unidades de Ensino e Pesquisa, com disciplinas de serviço etc.: os alunos têm disciplinas em mais do que uma unidade. Na época, a  ADunicamp sugeriu à DAC que verificasse quantos alunos tinham sido atingidos pela paralisação das atividades. A verificação foi rápida e conclusiva: 70% dos alunos entravam nessa categoria, incluindo muitos daqueles de cursos onde alegadamente “não houve greve”.
A situação atual é semelhante. Dados fornecidos por fontes confiáveis indicam que, no momento, é da ordem de 15 mil o número de alunos atingidos, de algum modo, pela greve em curso. Qualquer tentativa de criar um calendário duplo está fadada, como no passado, ao fracasso. Será preciso repensar o calendário como um todo.
Para reconhecer isso, basta repassar alguns pontos do cronograma da DAC.

  • Adequação de matrícula: sem todas as notas, o sistema não poderá adequar as notas e os históricos com os requerimentos de matrículas; isso causará o atraso na matrícula de mais de 15.000 alunos e a não conclusão daqueles que iriam concluir neste semestre; assim sendo, eles não poderão colar grau e nem receberão os diplomas − enquanto não entrarem as notas.
  • Alteração de Matrícula via web: sem as notas e sem adequação, não poderá haver alteração de matrículas no sistema e nem pessoalmente.
  • Prazo para atuação dos Coordenadores, na efetivação dos pedidos de alteração de Matrícula: idem.
  • Matricula dos alunos Remanejados: não poderá ocorrer se não houver adequação das notas e atualização curricular.
  • Inscrição de Estudantes Especiais e início das Colações de Graus: as inscrições dos candidatos à condição de Estudante Especial só poderão acontecer após o término da Alteração de Matrícula; com isso, os mais de mil candidatos não poderão efetuar suas inscrições. Além disso, as Colações de Grau não poderão ocorrer, enquanto não se fecharem as notas, com a devida atualização curricular.
  • Matrícula de Estudantes Especiais: as vagas nessa condição não poderão ser preenchidas.
  • Divulgação das vagas remanescentes via COMVEST: sem os itens acima (notas, matriculas, alterações e remanejamentos internos), não será possível informar o número de vagas remanescentes para a abertura do processo.
A lista acima é apenas uma amostra, há outros prazos nos calendários de Graduação e Pós-Graduação necessariamente impactados pela paralisação das atividades, que já dura cerca de dois meses. Não poderia ser diferente, a não ser que a Unicamp (administração, docentes, funcionários e alunos) estivesse disposta a aceitar alguma espécie de “faz de conta” incompatível com a seriedade da instituição. No momento, o melhor a fazer é continuar procurando soluções para o impasse atual, com negociações sérias e efetivas, de modo a preservar o maior patrimônio da instituição, que são seus recursos humanos, e assim garantir que a Unicamp cumpra adequadamente seu papel de fornecer à sociedade uma educação pública, gratuita, de qualidade e inclusiva. 
Nesse contexto, os interesses individuais submetem-se às soluções coletivas. Isso contempla, dentre outros, o direito inalienável de negociação na data base da categoria e a mobilizar, se preciso, o instrumento da greve – ainda mais numa paralisação que já foi reconhecida como absolutamente legítima pela própria Administração Superior da Unicamp, em mais de uma oportunidade, e de modo devidamente documentado.

Diretoria da ADunicamp

fonte: ADunicamp

terça-feira, julho 22, 2014

Avaliação da NÃO entrega das notas para alunos do IGE



Se você é alun@ do IGE Unicamp, precisamos da sua informação!





Para auxiliar os alunos que tiveram ou estão tendo problemas com a entrega de trabalhos, assim como outras formas avaliativas exigidas por alguns professores;
a Comissão de Greve do IG/UNICAMP precisa saber quais são as disciplinas problemáticas para fazer um balanço. Para isso, 
precisamos da sua informação! 

Fizemos uma página fácil de responder para que esses fatos com as disciplinas possam ser apontados de forma anônima. 

Leva alguns minutos e não precisa de identificação, é só clicar aqui. 

Obrigado!

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sexta-feira, julho 18, 2014

Com mais um zero % do Cruesp trabalhadores da Unicamp mantêm greve

Em assembleia cheia, trabalhadores da Unicamp decidem seguir com as atividades paralisadas até que haja negociação efetiva.

Na reunião de anteontem entre o Fórum das Seis e o Cruesp ficou evidente mais uma vez que os reitores não estão dando a mínima para o reajuste salarial dos trabalhadores. 

Os reitores não quiseram discutir a questão salarial, dizendo novamente que este assunto seria tratado em setembro/outubro. O Cruesp não negociou sequer itens da Pauta Unificada que dispensam recursos adicionais!

Posteriormente, o Cruesp divulgou comunicado afirmando que foram discutidas pautas específicas, mas a reunião foi um exemplo de enrolação. O Fórum das Seis apresentou três pontos prioritários de discussão para as três universidades: aumento de recursos para a educação pública; mais transparência e democracia nas universidades; e permanência estudantil. O Cruesp, no entanto, deixou as reivindicações sem resposta.

Por pressão do Fórum, os reitores ficaram de informar até o próximo dia 21 (segunda-feira) o agendamento de nova reunião para discutir os pontos da pauta unificada. Em resposta a mais uma enrolação e à nova “proposta” de reajuste zero, a assembleia dos trabalhadores da Unicamp realizada ontem deliberou que a greve continua! Já são 57 dias de paralisação e o movimento só cresce, com cada vez mais adesões de trabalhadores.

Debate das pauta específicas deve ser instrumento de pressão sobre reitores pelo reajuste

A categoria também aprovou indicar ao Fórum das Seis que libere as entidades para iniciarem discussões sobre a pauta específica, como forma de intensificar a pressão sobre os reitores em cada universidade e comprometê-los com reivindicações como a isonomia, por exemplo. Tal decisão não deve comprometer o objetivo principal, que é a reivindicação do reajuste salarial, nem a ampliação do movimento grevista.

Unir as lutas Unicamp/Funcamp

Foi aprovada também a unificação da luta com os trabalhadores contratados pela Funcamp, que têm data-base em agosto, ressaltando que a isonomia Funcamp/Unicamp integra a pauta específica.

A assembleia aprovou ainda propor ao Fórum das Seis não iniciar o 2º semestre letivo até que tenhamos o reajuste. Na terça-feira (22) acontece nova reunião do Fórum.

Na manhã da quarta-feira (23) ocorrerá um debate sobre a criminalização e judicialização dos movimentos, no Teatro de Arena da Praça da Paz, com a presença do jurista Jorge Luiz Souto Maior e Altino Prazeres (presidente do Sindicato dos Metroviários). 


fonte: STU e ADunicamp

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ADunicamp: com zero % a greve continua


quarta-feira, julho 16, 2014

Docentes mantêm decisão de NÃO entregar notas


Os professores da Unicamp decidiram em assembleia geral, nesta terça-feira, 15.07, manter a greve e NÂO entregar as notas. A decisão foi publicada no boletim da ADunicamp.



fonte: ADunicamp | 15.07.2014

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sexta-feira, julho 11, 2014

Docentes da Unicamp se reúnem hoje, 11.07, com reitor




A diretoria da ADunicamp se reúne, a partir das 16h desta sexta-feira, 11.07, com o reitor José Tadeu Jorge, para dar início às negociações da pauta de reivindicações dos professores da universidade que se mantêm em greve desde o dia 27 de maio.

A reunião foi agendada pelo reitor na tarde desta quinta-feira, 10.07, poucas horas depois da ADunicamp protocolar, junto à Reitoria, um ofício solicitando o início das negociações.

A decisão de negociar com a Reitoria foi tomada, na quarta-feira, 02.07, pela assembleia geral dos professores em greve. O reitor, em ofício encaminhado para a ADunicamp na semana passada (Of. GR. 182/2014) havia proposto negociar apenas a pauta específica do movimento sem discutir o reajuste salarial. 

A assembleia aceitou a abertura da negociação, mas impôs condições para isso. As condições estão especificadas no ofício protocolado nesta quinta-feira pela ADunicamp e detalhadas aqui.


fonte: Adunicamp

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quinta-feira, julho 10, 2014

USP também mantém greve e não cede à intransigência


Docentes decidem continuar em greve que ganha ainda mais força na USP e Unicamp





Reunidos em assembleia, na ADUSP (Associação dos Docentes da USP)  em 7 de julho, os professores daquela universidade decidiram:

1. A greve continua

2. Não entrega das notas, reafirmando decisão da Assembleia anterior

3. Discussão de pautas específicas apenas após a conclusão da negociação salarial;

4. Convidar os membros das congregações para:
a) discutir os documentos aprovados pelas congregações das unidades;
b) analisar as concepções da reitoria sobre a universidade pública;
c) avaliar a situação orçamentária das universidades estaduais paulistas, levando-se em consideração que a LDO não sofreu nenhuma alteração desde 1995, a despeito das incorporações e expansões realizadas, bem como do tratamento dado pela USP aos recursos da previdência;

5. Propor ao Fórum das Seis a organização de uma ampla frente política em defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade, incluindo parlamentares, organizações sindicais, em especial as da área da educação, entidades científicas, movimentos sociais, personalidades e mídia alternativa;

6. Enviar moção de repúdio ao Cruesp diante de sua recusa em negociar a pauta salarial.

7. Cobrar dos membros da Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP) resposta ao convite da Adusp para um debate sobre  a situação orçamentária da USP.

8. Encaminhar ao Fórum das Seis proposta de audiência com o governador para tratar das questões das universidades estaduais paulistas.

LDO

Na madrugada do dia 04/07, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi aprovada na Assembleia Legislativa sem nenhuma alteração do texto que diz respeito às universidades, mantendo a mesma formulação desde 1995. Em dado momento da discussão plenária, o deputado João Paulo Rillo, líder do PT, propôs publicamente a negociação de nossas emendas e o líder da situação, deputado Barros Munhoz, do PSDB, declarou que estava ciente da situação e das demandas das universidades públicas paulistas, mas que não poderia atendê-las por orientação explícita do governador Geraldo Alckmin. As falas estão gravadas e as fitas já foram solicitadas para ampla divulgação.

fonte: ADUSP

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CRUESP (Conselho do Reitores) ofereceu o quarto ZERO% seguido às universidades paulistas

O CRUESP voltou a apresentar a proposta de reajuste ZERO durante a reunião realizada com o Fórum das Seis, nesta quinta-feira, 3, e disse que só vai retomar a negociação sobre o reajuste salarial a partir de “setembro ou outubro”, após analisar os novos valores dos repasses do ICMS para as universidades.

Durante a reunião que durou duas horas, o reitor na Unicamp, Tadeu Jorge não se manifestou , já o reitor da USP, Marco Zago, sequer compareceu, enviando o vice-reitor em seu lugar. 

Os reitores convocaram a  reunião apenas para informar que não iriam negociar e que queriam tratar de pautas específicas, o que foi rechaçado pelo Forum das Seis. Repetiram o discurso sobre a crise financeira e a questionável diminuição da arrecadação de ICMS nos últimos meses, reiterando assim uma postura de descaso com os trabalhadores e estudantes em greve. 

A ADunicamp considerou a posição dos reitores, com a proposta do ZERO% repetida pela quarta vez seguida, “uma afronta” aos representantes dos professores e funcionários técnico- administrativos, representados no Fórum das Seis.

O STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp) também presente à reunião declarou que essa reiterada postura instransigente do Cruesp foi um "desrespeito". 

As duas entidades afirmaram que a greve prossegue. O STU convocou assembleia hoje, 07.07, na Praça da Paz e a Adunicamp confirmou também para hoje, reunião com os docentes às 14h na sede da entidade.

* Você pode ouvir na íntegra o áudio da reunião do Cruesp, clicando aqui.



fonte: ADunicamp e STU.
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segunda-feira, julho 07, 2014

Comitê de Ética alerta alunos sobre como proceder contra as pressões para entrega de provas e trabalhos



   A ADunicamp (Associação dos Docentes da Unicamp) divulgou nesta terça-feira,   01 de julho, um comunicado dirigido aos alunos da Unicamp, que têm procurado a instituição e temem ser prejudicados com a não emissão das notas na finalização do semestre. 

A decisão dos professores de não entregar as notas enquanto estiverem em greve foi tomada em duas assembleias gerais. De acordo com a ADunicamp, informações erradas têm sido transmitidas aos alunos com o objetivo de “criar pânico” entre os alunos.

O comunicado foi publicado no site da Adunicamp,  a associação reforçou em outros comunicados que o assunto das notas, provas e trabalhos será tratado somente após o término da greve.  


fonte: Adunicamp

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Assembleia dessa terça, 01.07, deliberou manutenção da greve e discutiu entrega de notas


Nessa, terça-feira, 01.07, na Assembleia Geral do Instituto de Geociências foi deliberada a manutenção da greve 2014.

Entre os vários temas discutidos no debate ocorrido no IGE ontem, foi decidido por professores, alunos e funcionários que atividades com provas e trabalhos acadêmicos não devem ser realizadas, assim, os professores do IGE seguem as orientações do Comitê de Ética da ADunicamp, que em boletim divulgado ontem, determinou aos docentes da Unicamp que não enviem as notas para DAC, pois tal comportamento é considerado furo à atual greve.

Possíveis casos de exceção também estiveram na pauta da Assembleia, sendo novamente decidido que as atividades relacionadas a provas e trabalhos não serão realizadas enquanto durar a greve. 

Assim, a greve continua e professores, demais funcionários e estudantes continuam em luta e unidos.

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sexta-feira, julho 04, 2014

Greve continua: reunião com reitores das universidades paulistas, nesta 5ª feira foi improdutiva


A reunião do Conselho de Reitores com os trabalhadores das universidades paulista - funcionário e professores - na tarde desta 5ª feira, 03.06, não gerou nenhum resultado proveitoso. 

Na ocasião, a presidenta do Cruesp e reitora da Unesp, Marilza Vieira Cunha Rudge, iniciou a conversa informando que a reunião só foi marcada porque as categorias vinham solicitando, como demonstração de que não seriam intransigentes. 
Foi mantido o discurso das dificuldades financeiras e o reajuste zero na data-base.

Segundo nota no site do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp), o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, não se manifestou em nenhum momento, posição oposta à acordada com o Conselho Universitário (Consu) de que deveria buscar intermediar uma negociação efetiva com os trabalhadores.

A USP foi representada pelo vice-reitor, Vahan Agopyan, que limitou-se a repetir o que aquela Universidade vem difundindo na mídia sobre o descontrole administrativo da instituição que teria gerado uma “crise”.

Os representantes do Fórum das Seis ressaltaram o fato de que o ICMS cresce com a inflação, oficialmente em 7,05% de acordo com o ICV-Dieese, e que isso repercute diretamente no repasse feito às instituições de ensino superior. A cobrança de negociação efetiva e atendimento à pauta unificada também foi reafirmada.

A única resposta dos reitores foi afirmar que será marcada uma nova reunião, cuja data se comprometeram a informar na próxima segunda-feira, 10.06.

Assim, diante da incompreensão demostrada o STU indicou a continuidade da paralisação. Os docentes da Unicamp e da USP, na quarta-feira (2) mantiveram a greve, assim como as demais categorias.


fonte: STU
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quinta-feira, julho 03, 2014

Professores da Unicamp decidiram nessa 4ª feira, 02.06, manter a greve


Os professores da Unicamp decidiram, na assembleia geral desta quarta-feira, 02, manter a greve.

Além da manutenção da greve, também deliberaram que a ADunicamp deve dar início a negociações diretas com a reitoria da universidade, sobre a pauta geral e específica do movimento.

Assim, a universidade continua em greve.

A entendidade publicou em seu boletim os detalhes do que foi decidido ontem em assembleia.





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